quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Oração
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Pichação
terça-feira, 26 de julho de 2011
Jardineiras Fiéis
Resenha produzida por Mirella Moreira, aluna de Agronomia da UNESP Botucatu
domingo, 24 de julho de 2011
'Só minimizo impacto', diz chefe do IBAMA
'Só minimizo impacto', diz chefe do IBAMA
Por IMPACTO PELA AUSÊNCIA E FALTA RESPONSABILIDADE 16/07/2011 às 10:08
Presidente do órgão declarou a emissora de TV australiana que seu trabalho não era cuidar do ambiente do País . Curt Trennepohl disseque jornalista o agrediu verbalmente e não quis comentar frase sobre índios e aborígenes.
O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, causou polêmica ao dizer a uma equipe de TV australiana que seu trabalho não é cuidar do ambiente, e sim minimizar impactos ambientais. Depois, sem saber que estava sendo filmado, sugeriu que o Brasil faria com os índios a mesma coisa que a Austrália fez com os aborígenes, população nativa do país da Oceania.
As declarações foram dadas à repórter Allison Langdon, do programa "60 Minutes", que fazia uma reportagem sobre a licença de instalação da usina de Belo Monte, assinada por Trennepohl.
Na entrevista, Langdon confrontou o presidente do Ibama. Disse que seu antecessor, Abelardo Bayma, renunciara devido à pressão pelo licenciamento da usina que, segundo organizações ambientalistas, afetará os índios do Xingu, no Pará.
'Tranquilo' - A repórter da Nine Network perguntou a Trennepohl se ele estava tranquilo com a decisão de licenciar a obra. "Sim, a decisão foi minha", respondeu Trennepohl. "Mas seu trabalho não é cuidar do ambiente?" "Não, meu trabalho é minimizar os impactos."
Após a entrevista, sem saber que ainda estava com o microfone ligado, Trennepohl tentou argumentar com a jornalista australiana: "Vocês têm os aborígenes lá e não os respeitam." "Então vocês vão fazer com os índios a mesma coisa que nós fizemos com os aborígines?", questionou Landgon. "Sim, sim", respondeu Trennepohl.
Hoje há cerca de 500 mil aborígines na Austrália, compondo menos de 3% da população do país.
Ao longo do século 19, os colonos britânicos que ocuparam a ilha chegaram a conduzir campanhas de extermínio, com recompensas pela morte de aborígines. O caso mais grave foi o da Tasmânia, Estado onde toda a população aborígine não mestiça tinha sumido em 1876.
Agredido - Procurado pela Folha, o presidente do Ibama disse que foi agredido verbalmente pela repórter e que não afirmou "de forma nenhuma" que seu trabalho não era cuidar do ambiente brasileiro. "Essa moça chegou numa atitude extremamente agressiva, disse que eu estava acabando com os índios."
Segundo Trennepohl, "a função do órgão licenciador é minimizar impactos quando um empreendimento é licenciado. Quando não dá para minimizar, nós indeferimos", afirmou. Ele disse que não comentaria as declarações sobre os aborígines da Austrália.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Mais Parasitas...
- 30/06 foi decidido (por UNANIMIDADE) que o cargo de 6º assessor da câmara municipal de Sorocaba será criado. A justificativa que alguns vereadores apresentaram foi basicamente a mesma, “Sorocaba cresceu muito...” e “isso é para melhor atender a população” etc. (Segundo censo do I.B.G.E. a população diminuiu). Serão criados 20 novos cargos para os vereadores e um para a presidência do legislativo, estes cargos gerarão uma despesa anual de R$905.921,01.
Meus caros, se nestas condições enfrentamos desordem nas áreas mais básicas em que este governo se propõem a cuidar como: saúde, transporte, educação, segurança, pergunto a vocês no que ajudará mais um assessor? Eles tem a cara-de-pau de alegar que o cargo é para melhor atender a população, que tal aumentar um pouco(só um pouco) a carga horária para que assim eles mesmos possam cuidar da população que eles tanto se importam. Durante a sessão de hoje foi falado de respeito, porém em momento algum vi esse respeito por parte dos “representantes” do povo que mandaram calar-nos com gestos e provocações, digo-vos que o melhor jeito de ensinar é atravéz do exemplo.
Baixarias a parte, cabe ao povo de Sorocaba tomar consciência desses vinte nomes e que o que foi hoje proposto é sim algo imoral e uma alegoria regada com dinheiro público, não basta ficar indignado com notícias desse tipo (que são frequentes em Sorocaba) e nada fazer para mudar, de nada adianta votar no menos corrupto, abra seus olhos! Se você quer mesmo perpetuar essa governo negligente, déspota, egocentrico, então esqueça o que está aqui sendo dito. "Um povo que não conhece a sua história está condenado a repetí-la" Ernesto Che Guevara
Fonte Original: Laminas Verbais
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Angustias...
é essa nossa luta,
se vocês podem,
qualé o motivo que move o meu não poder?
Ética?
não é simplesmente dizer que é ético,
é saber entender e compreender o ponto de vista doutrem,
sem julga-lo de acordo com o seu próprio!
Integridade?
é saber ser o que quer ser,
integralmente!
sem desvios,
se é ético, é ético!
se é seu, que seja teu, não de outrem,
se é nosso, que seja nosso!
se é verdadeiro?
que realmente seja,
que a falsidade não transpareça como és, seja morta.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Assalto no transporte publico
As tarifas do transporte coletivo em Sorocaba terão reajustes de até 7,14% a partir de 12 de junho. O índice representa mais do que o dobro da inflação anual medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que acumulou 3% nos últimos 12 meses. Fica, ainda, 66 pontos percentuais acima dos 4,75% do IGP-M (Índice Geral de Preço de Mercado), da Fundação Getúlio Vargas. Esta última taxa foi o medidor do custo de vida que sofreu o maior aumento no período.
A tarifa social, paga pelo maior número de usuários na cidade, é a que terá o reajuste mais significativo (7,14%), passando de R$ 2,10 para R$ 2,25. O vale transporte passará de R$ 2,28 para R$ 2,43, com alta de 6,58%. O passe estudante não terá aumento, permanecendo a R$ 1,40. O reajuste médio das três tarifas será de 4,57%.
Com o novo aumento, a tarifa de ônibus de Sorocaba se aproxima da mais cara do Estado, que é de R$ 2,30, e vigorá em Jundiaí há pouco mais de uma semana.
Para cobrir custos
O aumento médio autorizado ontem pelo prefeito Vitor Lippi é pouco inferior ao índice do ano passado, que foi de 4,5%. O presidente da Urbes ? Trânsito e Transportes, Renato Gianolla, justificou o reajuste dizendo que ele é necessário para manter a qualidade e regularidade dos serviços de transportes prestados.
Gianolla comparou o aumento da tarifa com a alta dos preços e insumos que compõem a planilha do setor e concluiu que 4,57% representam apenas uma parcela do custo. Os itens incluem combustíveis, lubrificantes, veículos, peças, acessórios, seguros, salários e benefícios.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Preço Justo?
:)
Mais Info: http://www.precojustoja.com.br/preco-justo.php - acesso em: 4 de Maio de 2011.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
O que querem os Anarquistas?
terça-feira, 12 de abril de 2011
Agradeça a Deus - Solano Jacob
Pelas infinitas bênçãos da vida
De manhã, à tarde
A qualquer hora do dia
Nada nos falta
Temos sempre tudo na medida exata
O ar sagrado pra respirar
Milhões de pessoas para amar
Uma família imortal
Temos um mestre da virtude moral
Mas comigo não tem brecha
Pra louvar Jah Jah
Basta que o coração bata
E com o poder do amor
Vamos botar fogo na maldade e na dor
Agradeça a Deus
Pelas infinitas bênçãos da vida
De manhã, à tarde
A qualquer hora do dia
Agradeça com a alma
Sua tolerância nunca cessa nunca pára
Agradeça com o coração
Pois a Deus não convém nossa ilusão
Agradeça vibrando
Orando por quem não tem casa nem escola
Agradeça chorando
Sentindo, espalhando a semente da luz
Agradeça a Deus
Pelas infinitas bênçãos da vida
De manhã., à tarde
A qualquer hora do dia
Olhai os lírios dos campos
Salomão não pode tanto
Veja as aves do céu
Também têm seu manto
Não fique reclamando
Não fique se enganando
A vida é um instrumento
O corpo um mantimento
Orai e vigiai
Medita mais
Pense muito
Fale pouco
Sirva hoje
Jamais desespere, lute elevando
Aprenda ensinando, retifique amando
Rasta!
http://www.youtube.com/watch?v=X12mLU4vGMc
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
A Verdadeira Família
Porem meu conceito familiar vai alem, e também digo que não é meu, pois não criei nenhum conceito familiar, apenas me agreguei a um conceito que já existe muito antes deste nosso novo modelo familiar e que dentro de mim, senti que era totalmente superior a este nosso conceito de família contemporâneo, pois o mesmo nos reflete a um pensar coletivo.
Este conceito antigo de família vem lá dos tempos ‘tribais’, isto mesmo, tribo. Há quem diga que uma vida ‘primitiva’ é ruim, exaustiva, problemática, e etc... – mas já pensaram o quão nosso comodismo vem destruindo nosso habitat? E já se perguntaram por que não fazemos nada mesmo sabendo o mal que fazemos? Essas são algumas das perguntas que não convêm serem respondidas agora (não é nosso assunto no momento), mas que são de extrema falha do nosso atual sistema político, social e familiar; Valores Culturais Errôneos construídos a Milênios que NÃO Mudarão.
A família tribal, ao contrário da nossa atual família, não é constituída de Pai, Mãe, Filhos e Filhas unidos em um sagrado matrimônio regidos por alguma religião qualquer. A família tribal é constituída em cima de valores coletivos, é montada em cima de uma única família que cerca ‘gerações’ de parentes unidos no mesmo laço fraternal.
Criando assim uma sociedade unida e unificada, uma grande família. A família tribal diferente da nossa é extremamente auto-suficiente e divisora de tarefas, enquanto nossa família só Pai e Mãe trabalham, a família tribal os filhos tem por objetivo ajudar os mais velhos em tarefas simples que no futuro tornaram a fazer ‘profissionalmente’ (assim dizendo). Podemos relatar que até existe uma forte tendência Sexista dentro das tarefas, mas com base em fundamentos reais, pois o homem possui um corpo apropriado para atividades pesadas, portanto o mesmo fará elas, enquanto a mulher, excelente organizadora e administradora, fica com as tarefas residenciais, formando um verdadeiro conjunto de troca de favores - Homem = Corpo / Mulher = Cabeça (sei que esta posição pode ser muito criticada, mas sabemos que é verdade, que lar não possui a mulher como fonte de organização, opinião e tendência?).
E essa família tribal nós encontramos vivendo até nossos dias de hoje, nossos Índios brasileiros, por mais que corrompidos com a cultura do homem branco, vivem em suas tribos com esse conceito familiar coletivo. Até mesmo algumas comunidades Rastafari e Anarquistas vivem com este ponto de vista, uma comunidade coletiva com fins de empreender a idéia de que todos somos uma única família, Irmãos nascidos de berços diferentes, mas unidos por um único objetivo, que é viver a vida.
Também encontramos esse relato coletivista de família nas palavras bíblicas, as atuais religiões cristãs enfatizam que devemos assegurar nossas famílias e etc., mas esquecem de ensinar o verdadeiro sentido familiar bíblico, afinal, quando Jesus mandou nós odiarmos nossos Pais, Mães, Filhos e Filhas e até mesmo a Nós mesmos, ele nos remeteu a idéia de que não existe essa relação familiar nuclear, e sim família coletiva, pois como ele mesmo enfatizava, somos todos filhos de um Único Criador, nosso Pai Celestial; e como vivido e exposto no Pentateuco bíblico, deveria de se restaurar a Grande Família Patriarcal, a família coletiva.
Assim termino esse texto de forma maluca e sem nexo dizendo: - Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade! Afinal quem tem boa vontade corre atrás do bem mutuo, e esse já é um grande passo para a restauração da grande família. Conhecimento nunca é demais, ter consciência do nosso dever na Terra é o que poderá nos manter vivo.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
OS CANÔNES DE NICÉIA: A OPNIÃO DOS 318...
Os cânones de Nicéia foram dogmas criados pelos cleros presentes neste concílio (total de 318 homens pertencentes ao poder eclesiástico), para definir a moral da igreja Católica Apostólica. Assim regendo uma lei rígida e exclusivista. Com muita rivalidade entre a própria igreja de estados diferentes e com um teor hipócrita ao extremo.
Temos nos cânones de Nicéia uma forte tendência à exclusão de culturas diferentes e até mesmo, de religiões cristãs não Católicas Romana. Como sabemos o império romano desde seu inicio sempre foi um estado rígido e que nunca pensou duas vezes antes de derramar sangue, não foi diferente quando instalado a igreja Católica Apostólica Romana (séc. III em diante), pois o numero de cristãos não católicos era enorme, principalmente de seitas cristã.
Esta tendência exclusivista é vista nos cânones I, II, VIII, XIII e XIX, onde os bispos apóiam a exclusão dos eunucos, pagãos, cátaros, moribundos e paulianistas, dando um gostinho de perdão apenas para aqueles que conseguirem mostrar que realmente estão arrependidos de sua escolha anterior e que a partir daquele instante em diante sejam um cristão segundo os preceitos da igreja Católica Apostólica Romana, e sempre sob vigia, pois um passo em falso basta para ser considerado herege e ser afastado da igreja, ou melhor, morto.
Também temos dentro do concílio de Nicéia, seguindo a tendência exclusivista, a soberania dos homens do poder, pois o povo (que é a razão da vinda de Cristo), caso fossem pecadores, já eram acusados de heresia, e sua morte era eminente, já os militares e a autoridade eclesiástica, caso “caíssem” em pecado, estes podiam ter a “MISERICÓRDIA” da igreja, e podiam se redimir perante ela, seguindo um pequeno castigo de alguns anos em meio ao povo nas missas (cânones XI, XII).
Ao que remete esta soberania dos homens do poder, não possuo uma explicação lógica no campo da teologia, mas no campo da sociologia, política e filosofia podemos tirar inúmeras respostas a estas atrocidades, exclusões e desigualdades sociais, e acredito que não cabe expô-las neste relatório, pois apenas a exposição “destas” basta à reflexão.
Há também algo muito intrigante dentro dos cânones que nos remete uma idéia integralista de estado, pois um homem do clero ordenado a uma igreja X não pode ordenar um outro alguém de uma igreja Y, nem mesmo o contrário, a ordenação é exclusiva da igreja de quem se ordenará e da metrópole, caso aconteça algo do tipo, o ordenador deve ser excomungado (cânon XVI).
O mais “bizarro” de todos os cânones registrados no concílio de Nicéia é o Cânon XVII, pois o mesmo diz bem claro “é proibido o lucro para qualquer um pertencente ao clero”. Para qualquer um que conhece a historia da igreja Católica Apostólica Romana sabe o quão poderosa em termos econômicos ela é, e dizer que o pobre do “servente” eclesiástico não pode tirar lucro porque é errado? Este cânon soa o mais hipócrita de todos, pois todos sabem dos tributos que a igreja fazia a população pagar na época, a salvação a partir da compra de bens, a salvação pelas indulgências, o lucro proibido era executado as escondidas, tanto pela igreja, como pelos eclesiásticos escondendo os tributos da mesma, depois tudo foi liberado mais tarde.
Esses foram, segundo o meu julgamento, os pontos principais dos cânones do concilio de Nicéia. Tentei mostrar ao máximo as controvérsias existentes no mesmo, e até mesmo as barbaridades causadas pelo poder eclesiástico, como a condenação de heresias a culturas diferentes, e até mesmo de seitas cristãs. Tudo pelo poder e soberania do Estado Romano.
Fontes: Cânones do concílio de Nicéia, traduzido e comentado por SCHAFF, Philip. (Acessado em 6 de dezembro de 2010: http://www.e-cristianismo.com.br/historia/documentos/50-canones-do-concilio-de-niceia?lang=pt.)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Eventos Reggae Roots
domingo, 10 de outubro de 2010
Pará Consegue a Liderança no Desmatamento da Amazônia
O segundo maior estado brasileiro é também o que mais desmata.
De acordo com boletim divulgado pela organização não governamental Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia), a Amazônia perdeu 210 quilômetros quadrados no mês de agosto. A fatia de responsabilidade atribuída ao Pará é de 68%, ou seja, 142 quilômetros quadrados de floresta.
Em julho passado, segundo dados do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), o estado paraense também foi o que mais desmatou. No período, a Amazônia perdeu 155 km² de vegetação, sendo o Pará responsável por 51% ( 79 quilômetros quadrados). O resultado da soma das áreas depredadas nos dois meses é preocupante: sozinho, o Estado do Pará desmatou 220 quilômetros quadrados de floresta, o equivalente a 32 mil campos de futebol.
As causas por trás desse título inglório de maior desmatador são velhas conhecidas da sociedade. “No Pará, há uma intensa expansão ilegal de áreas de pastagem para pecuária e de agronegócios, principalmente os ligados à produção de soja”, explica Sanae Hayashi, pesquisadora do Imazon. A exploração madeireira é outra vilã. “Em alguns municípios, essas atividades têm forte apelo econômico, sendo, muitas vezes, as que mais geram trabalho para a população”, diz.
Segundo a pesquisadora do Imazon, a dois dias das eleições para governador, o debate político local parece ignorar as questões de preservação ambiental e de combate às atividades predatórias, cada vez mais crescentes no estado. Responsável por mais da metade do desmatamento na Amazônia Legal em agosto deste ano, o Pará é seguido de longe por Mato Grosso (11%), Amazonas (10%), Acre (6%) e Rondônia (5%).
Queimadas aumentaram a degradação florestal – No geral, o desmatamento na Amazônia em agosto de 2010 caiu 23% em relação ao mesmo mês em 2009, quando foi registrada perda de 273 quilômetros quadrados. Apesar disso, neste ano, houve um aumento significativo na degradação florestal (241%) que atingiu 1.549 quilômetros quadrados em agosto contra 455 quilômetros quadrados registrados no mesmo período de 2009.
De acordo com o Imazon, o aumento expressivo da área florestal degradada é resultado da alta incidência de focos de incêndio e queimadas registradas em agosto. ” O calor e o tempo seco tornaram mais desastrosos os incêndios provocados ilegalmente por agricultores locais, que põem fogo na mata para ganhar área de cultivo”, diz a pesquisadora do Imazon.
O monitoramento oficial do desmatamento na Amazônia é feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que ainda não tem previsão de divulgação dos números de agosto.
- texto integralmente retirado do Blog Eco4Planet (acessado em 10 de outubro 2010 - http://blog.eco4planet.com/2010/10/para-e-lider-de-desmatamento-na-amazonia/).
quarta-feira, 9 de junho de 2010
GUERRILHA GERADOR! -DE GRAÇA PÔH!

-Próximo dia 20/06 vai rolar um showzim as 14hs no Abaetézinho muitcho loouuuuco!
Somzim Punk de Graça pra MOÇADA!
com as bandas:
- CONTAINERS
- NOSTRAGAMUS
- TIJOLO
COMPAREÇÃO!
terça-feira, 2 de março de 2010
O IDEALISMO E A VERDADE
Sim, realmente vou falar sobre uma “verdade” e um “idealismo”, mas Não, não vou falar especificadamente sobre essas palavras, vou estar falando sobre a verdade de nossa condição e sobre o idealismo do Vegetarianismo/Veganismo.
Quando disse idealismo dos vegetarianos e veganos, quero dizer que suas idéias sobre o consumo de carne são irrelevantes à verdade, pois bem, quem não sabe, a grande maioria dos Vegetarianos e Veganos não consomem carne por um único porem: “Direito dos Animais”.
Sim, vegetarianos e veganos não consomem carne porque acreditam que os animais por serem “seres vivos” sentem dor e tem o direito a viver uma vida “feliz” até seu fim.
Legal, muito profundo e bonito essa atitude, não vamos comer os animais porque realmente, eles sentem dor. Não estou desmentindo eles, quem já assistiu o filme “A Carne é Fraca” ou “Terráqueos” consegue ver e sentir o quanto os animais sentem dor; quem nunca bateu em seu “bichinho” de estimação e o viu chorar?
Realmente temos uma prova de que os animais sentem dor, então os vegetarianos e veganos estão livres desse fardo cruel, fardo de saberem que os animaizinhos sofrem para nos manterem vivos.
Então, pensemos, se os animais sentem dor, por serem “seres vivos”, então as plantas também sentem dor, elas também são “seres vivos”. Por um momento vários vegetarianos e veganos dirão: “MAS AS PLANTAS NÃO TÊM SISTEMA NERVOSO!”. – Legal, mas quem cria plantas, sente, que quando cortadas de sua raiz, elas começam a passar por um processo lento até sua morte. Quem cria plantas sabe que, uma planta que é acostumada a ser regada todos os dias, se fica um dia sem ser regada, ela murchara, e sentira essa dor, e quando regadas, veremos ela em poucos instantes subindo feliz, forte e esbelta para sorrir.
Então como eu, um ser Humano, tão leigo sobre a vida quanto qual quer um, posso admitir que uma vida “animal” pode sentir dor e ter consciência de sua vida só porque ela tem um sistema nervoso, sendo que até mesmo um vírus para a ciência e biologia tem vida?
Então como nós, seres humanos, podemos afirmar que as plantas não têm vida e não sabem de nada que acontece ao seu redor? Como podemos afirmar os direitos dos animais porque eles choram quando vão morrer, sendo que as plantas também morrem ao serem cortadas de suas raízes? Como nós podemos fazer tal “idealismo” diante da vida que nós não sabemos nada? Por um momento, pensem, como podemos afirmar tais atos?
Amo a antropologia por muitos fatores, e esse é um fator, quem a estuda sabe, nossos antepassados sempre comeram carne, sempre, a milhares de anos, se não milhões, nossos pequenos caninos provam isto, é só perguntar para qual quer biólogo evolucionista, ele dirá, nossos caninos vem de centenas de milhares de anos, então não tem porque acreditar que o ser humano é vegetariano, eles afirmaram. O vegetarianismo e veganismo são sim uma idealização humana utópica.
Porque utópica? Pois bem, acreditar que os animais têm vida e as outras dezenas de formas de vidas não tem, é de acordo com a ciência e a biologia ridículo.
Se não for utópico, então que crie a partir de hoje o “VENTONISMO”, vamos se alimentar de vento, pois o VENTONISMO declara que os VEGETAIS, por serem dotados de vida TAMBÉM merecem sim ter DIREITOS A ELA! Porque não? (brincadeirinha!).
Pois bem, não digo aos vegetarianos e veganos voltarem a comer carne porque tanto a Carne como a Planta tem vida, mas sim que crie uma consciência de que o Vegetarianismo e Veganismo são apenas uma dieta alternativa para quem quer livrar-se de gorduras e excesso de proteínas.
Eu, assim como os Veganos e Vegetarianos não consumo carne, porem, não dou direito aos animais e excluo os vegetais como eles o fazem, apenas não consumo carne por opção de saber que os animais são tratados apenas como um produto neste mundo capitalista (e os coitados dos vegetais também), e também por saber que a carne, nada nutritiva é, pois os animais vivem apenas de Ração, Antibióticos e Massa, sem nos dar algo realmente necessário a vida (a não ser as vitaminas do complexo B, mas que também é achado em algumas algas ou se não hoje em dia, grassas a ciência, em remédios), o direito do viver também vale para todos os vivos.
O texto pode ter parecido confuso, mas procurem ler sobre o que é vida, ou melhor, leiam o livro “A Origem da Vida” e vocês verão que toda a vida derivou-se de algas azuis-verdes, até mesmo nós, espanto não?
Então se perguntem, porque devo acreditar que os animais devem ter direito a vida só porque choram e as plantas não? É isso que digo ser uma declaração idealista sem fundamento, como pode?
No candomblé, uma religião muitíssimo antiga da áfrica, prega que toda vida se alimenta da vida, sem distinção, portanto todo ser vivo, seja animal, mineral ou vegetal vai estar se alimentando de vida, tornando a vida um ciclo infinito, pois burro é o homem que acredita que esta no topo da cadeia alimentar, mal ele sabe que quando morre muitíssimos vermes se alimentam de sua carne podre.
Não quero que acreditem que sou um ant vegetarianismo ou veganismo, ou mesmo um carnívoro louco, não, não, não, sou apenas um individuo enjoado de ver tanta exclusão da parte dos vegetarianos e veganos aos vegetais, pois eu mesmo não consumo carne, mas diferente deles, sou a favor de comer carne, mas uma carne saudável, uma carne adiquirida pelo nossos esforços, uma carne viva, que viveu sua vida, o mais infame que seja, mas que tenha vivido (umhhh... uma galinha caipira....).
Fontes:
Unidade de Deus
João 17:20,23 (Bíblia Sagrada – Almeida Corrigida e Revisada Fiel).
“20E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; 21Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. 22E eu demos-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. 23Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim.”
Como vimos acima, esta explicito que Deus e nós, pela grassa e santificação de Jesus Cristo, também somos Um com Deus, assim como Jesus foi. Quebrando a idéia plena de que nós como pecadores fizemos com que Deus se afastasse de nós, e não poderíamos voltar atrás dessa Unidade grassas a este fato.
Não, portanto, tirai-vos essas idéias de que Deus não esta conosco, por nós sermos pecadores. Não, Deus sempre estará conosco, pois Jesus Cristo confiou a nós essa possibilidade, mas mesmo assim, mesmo que Jesus Cristo tenha nos concedido tal prestigio, mesmo assim sabemos, Deus é Onipresente, ou seja, ELE ESTA EM TUDO e em TODOS ao mesmo tempo.
Então deixemos de discórdia e antipatia com o próximo, Deus sempre estará conosco, SEMPRE, o grande problema é que NÓS nos esquecemos dele, esquecemos que devemos agradece-lo por tudo que nos concedeu todos os dias, pois o amanhã, ninguém sabe o que pode acontecer, então amemos uns aos outros assim como Ele, Jesus Cristo, nos amou, para que assim vivamos todos os dias como se fosse o último!
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
A Cannabs Sativa (muita informação)
A maconha é uma das várias preparações possíveis da planta fêmea da Cannabis Sativa, erva originária da Ásia, da qual são extraídas outras drogas como haxixe, bhang, kif, etc. A planta cresce em estado selvagem no mundo inteiro e, de acordo com o lugar, é conhecida por um nome diferente. Os jamaicanos a chamam de "ganja", enquanto os americanos e mexicanos a conhecem como "marijuana". Seu princípio ativo, concentrado na resina das folhas e flores superiores, é o delta-9-tetrahydrocannabinol, conhecido simplesmente como THC. Fumada comumente como cigarro (*) que contém de 4 a 40 miligramas de THC, a maconha produz efeitos psicológicos e químicos que lhe são peculiares. Pessoas diferentes estão sujeitas a reações diversas, e a droga pode ser levemente alucinógena, relaxante, tranqüilizante, estimulante do apetite ou intoxicante. Os efeitos variam na proporção da quantidade fumada, da potência da maconha e das características da personalidade do usuário. A erva tem muito pouco em comum com o LSD e os verdadeiros psicadélicos, mas tem muita afinidade com o álcool e outros sedativos, e ainda certa similaridade com as anfetaminas e outros estimulantes. Na opinião de vários cientistas, a maconha, decididamente não é um narcótico - o dr. Frederick Meyers a classifica como sedativo-estimulante, enquanto o Dr. Leo Hollister a enquadra como sedativo-ativo-hipnótico-psicodélico.
Um baseado, como também é conhecido o cigarro de maconha na gíria dos usuários, produz efeitos que começam alguns minutos depois do consumo da droga, e perduram por um período que vai de 1 a 2 horas. As únicas alterações físicas causadas pela maconha são: aceleração temporária do batimento cardíaco, com o conseqüente aumento da pressão sanguínea, ligeira redução de temperatura, avermelhamento dos olhos e secura da boca e das vias respiratórias.
Os efeitos psicológicos podem ser de calma e introspectiva euforia ou de aumento de sociabilidade do usuário, que em alguns casos se engaja em intermináveis discussões sobre assuntos triviais. A maconha, de modo geral, intensifica a concentração em detalhes ou em determinadas atividades, embora também possa causar dispersão. A percepção do próprio eu e do mundo exterior é aumentada e, ao mesmo tempo, distorcida. Profundos pensamentos brotam à mente e o usuário tem a impressão de ter feito importantes descobertas filosóficas, que geralmente se mostram irrelevantes depois de dissipados os efeitos da droga.
Os pensamentos acontecem em vários níveis simultaneamente, o que quase sempre leva à conclusão e à incapacidade de coordenar as idéias. Tudo parece motivo para risos, que muitas vezes se transformam em crises intermináveis de gargalhadas. Conversações entre drogados com maconha costumam chegar a um ponto em que todos esquecem o assunto discutido. Esquecimentos são freqüentes, assim como um relaxamento da noção de tempo e de espaço.
Às vezes o usuário da droga pode experimentar obsessões peculiares que chegam até a um comportamento compulsivo. Muitos sentem uma obsessão por comida, principalmente doces e frutas, embora qualquer alimento se torne agradável ao paladar. O sentido da audição é apurado, o que faz com que a música se transforme em outra obsessão dos usuários da droga. Para alguns, a maconha também produz relaxamento e desinibição que induzem à prática de sexo, apesar de a droga não ser considerada afrodisíaca. Outros, todavia, experimentam efeitos contrários, como aumento da ansiedade, da depressão e da paranóia, que podem evoluir para reações psicóticas e de pânico. Quaisquer que sejam os efeitos, entretanto, eles desaparecem em no máximo três horas após o consumo da maconha, cujas conseqüências fisiológicas e psicológicas são consideradas de menor importância em comparação com outras drogas psicoativas. A maconha produz, sem dúvida, alterações na percepção e nos reflexos, o que torna seu uso contra-indicado para pessoas em atividades que exijam grande atenção, como dirigir automóvel, por exemplo.
Não existem casos comprovados de morte por intoxicação de maconha, nem provas definitivas de que ela cause dano cerebral, esterilidade, impotência ou insanidade. Do ponto de vista farmacológico, a aspirina é encarada como uma substância capaz de provocar mais problemas que a maconha. Sob o aspecto médico e social, o álcool e o tabaco são considerados mais perigosos.
Apesar disso, alguns autores consubstanciam a tese de que a maconha deve permanecer proibida sob alegação de que seu uso representa o primeiro passo para o consumo de drogas mais nocivas. Os críticos da erva citam estudos feitos no Oriente Próximo com fumantes de haxixe para provar que o uso da maconha está associado com a psicose. Outras pesquisas feitas com macacos sugerem que o uso da maconha pode resultar numa redução de 40 a 50% de nascimentos de filhos saudáveis, resultados esses extrapolados, pelos adversários da droga, para a espécie humana. Também na área de reprodução afirma-se que o emprego da droga pode levar a uma redução dos hormônios, principalmente dos espermatozóides. Alega-se ainda que a maconha causa dano cerebral permanente, envelhecimento precoce do cérebro e um tipo de letargia mental classificada como uma síndrome de falta de motivação. Os detratores da droga asseguram que a maconha reduz a resistência do organismo às doenças infecciosas e ao câncer, além de provocar reações pré-cancerosas nas células pulmonares. De todas essas acusações, a única realmente comprovada é a de que a fumaça da maconha pode causar problemas ao fumante, já que contém grande teor de monóxido de carbono e alcatrão, comparável ao dos mais baratos cigarros sem filtro. Usuários sofrendo de bronquite ou problemas respiratórios estão sujeitos a um agravamento de seus males, devido à inalação da fumaça de maconha.
Defensores da maconha, por seu lado, contestam as demais acusações, procurando demonstrar que a maior parte delas é resultado de interpretação distorcida de dados obtidos através de experiências que pouco tem a ver com a realidade. Quanto ao argumento de que fumar maconha leva ao consumo de drogas mais perigosas, estatísticas norte-americanas mostram que, de fato, o número de usuários de maconha vem diminuindo nos últimos anos, apesar de vários Estados terem descriminalizado a droga. Neste mesmo período, aumentou assustadoramente a quantidade de viciados em cocaína, os quais pareciam não consumir maconha.
Com relação aos estudos feitos com fumadores de haxixe do Oriente Próximo, argumenta-se que este preparado tem potência oito vezes maior que a da maconha, embora ambos sejam extraídos da Cannabis sativa. Desta forma, conclusões a respeito do uso de haxixe não poderiam ser aplicados a casos de usuários de maconha. E com relação as experiências realizadas com macacos, sabe-se que os animais foram alimentados diariamente com THC sintético puro, uma poderosa substância que só é empregada em laboratórios de pesquisa, não estando, por isso, ao alcance do usuário comum. A quantidade de maconha aplicada aos macacos equivalia a noventa cigarros diários, consumidos ininterruptamente durante seis meses. Em outros testes, o THC puro foi injetado diretamente no estômago dos ratos, uma forma de consumo de droga sem qualquer paralelo com o uso da maconha comum.
Os estudos que levaram à conclusão de que o emprego freqüente da maconha aumenta a probabilidade de problemas genéticos e de nascimentos defeituosos foram feitos com pessoas que utilizavam não só a maconha, mas também outras drogas, o que compromete a credibilidade da pesquisa. E cinco outros estudos realizados sobre essa mesma questão não obtiveram informações que corroborassem com a referida acusação. Ainda relacionada à área sexual, afirma-se também que a maconha pode levar à esterilidade ou à impotência entre os homens. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, em 1972, tendo como objetivo um grupo de jamaicanos que haviam fumado uma média de sete cigarros por dia por mais de dezessete anos, mostrou que depois de duas semanas de abstinência da droga, os níveis hormonais dessas pessoas estavam no limite mais alto da faixa considerada normal. Quando os usuários voltaram ao consumo pesado de maconha, estes níveis não diminuíram. Isto sugere que o emprego intenso da droga pode realmente alterar os níveis hormonais do organismo, embora essas alterações sejam passageiras e reversíveis. A afirmação de que a droga causa dano cerebral surgiu depois de um estudo com apenas dez indivíduos, sendo que todos eles eram usuários de outras drogas e alguns apresentavam evidências de dano cerebral antes de se submeterem à experiência. O estudo realizado com os jamaicanos serviu também para contradizer a acusação de que maconha reduz a resistência do corpo ao câncer e às infecções, demonstrando que a incidência de doenças e a taxa de mortalidade dos usuários não era diferente da dos não-usuários de maconha.
A controvérsia sobre os malefícios da maconha ainda não chegou a conclusões definitivas, embora a droga seja conhecida e usada há milênios. Registros feitos na China, em 2737 a.C., contam que a Cannabis sativa era empregada na época em preparados medicinais. A planta é citada até no Velho Testamento, onde Salomão canta e louva as propriedades da erva, por ele denominada kalamo. Documentos deixados por Marco Polo revelam que a maconha era cultivada na Ásia e no Oriente Próximo não apenas por causa de suas fibras, usadas na fabricação de cordas e tecidos, mas também por suas propriedades psico-activas. Foram os conquistadores espanhóis que trouxeram a Cannabis Sativa para as Américas, plantando-a no Chile no final do século 16, embora outras fontes assegurem que a planta já se havia disseminado pelo continente americano muito tempo antes da descoberta do Novo Mundo. Os colonizadores britânicos que se estabeleceram na América do Norte receberam estímulos do rei Jaime I para cultivar a erva como forma de conseguirem matéria-prima para a produção de cordas e velas para os navios da Armada Real. Ainda nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura incentivou a plantação de maconha durante a Segunda Guerra Mundial também com a finalidade de produzir fibras para a indústria têxtil.
Intelectuais e escritores europeus do século 19 foram os primeiros a difundir no Ocidente o uso recreativo da Cannabis sativa. Na década de 20, durante a Lei Seca, algumas cidades americanas assistiram a um breve surto de consumo de maconha em função da falta de álcool. Em Nova York, por essa época, chegaram a existir mais de quinhentas "casas de haxixe", que funcionavam como verdadeiros bares, onde em vez de álcool os freqüentadores consumiam a erva. Dez anos mais tarde, a droga era proibida pela lei americana, enquanto as bebidas alcoólicas voltavam a ser legalizadas.
No Brasil, a Cannabis sativa foi usada originariamente por escravos que já conheciam suas propriedades antes de serem trazidos da África. Em 1943, o relatório Campanha contra o Uso da Maconha no Norte do Brasil informava que o uso da planta na região era largamente difundido entre as camadas mais baixas da população. O documento afirmava que os principais focos de irradiação do vício da maconha estavam localizados no vale do rio São Francisco e nos Estados do Maranhão, Piauí, Alagoas e Sergipe, apesar de a droga ter adeptos também na Bahia, em Pernambuco, no Rio de Janeiro e São Paulo. Os anos 60 assistiram a um novo e muito maior surto do consumo da maconha, que se tornou uma das drogas da moda, primeiramente nos Estados Unidos e na Europa, em seguida no resto do Mundo. Na década seguinte, a maconha já havia perdido sua característica de droga de hippies para ser habitualmente utilizada por estudantes, profissionais liberais e muitos outros seguimentos da sociedade. Hoje, algumas estatísticas indicam que o consumo talvez esteja diminuindo, enquanto outra substância se impõe como a droga da moda: a cocaína. Mas a Cannabis sativa não pode ser encarada apenas como uma droga recreativa. Ela também vem sendo empregada com fins terapêuticos há muito tempo: na China, ela foi usada como anestésico há quase quatro mil anos, e existem evidências de que os antigos egípcios a recomendavam como remédio para os olhos. O emprego medicinal da maconha também é uma tradição entre povos africanos e asiáticos, que a recomendavam para aliviar tosses, dores de cabeça e cólicas menstruais. A história registra que o médico particular da rainha Vitória da Inglaterra concluiu, no século 19, que a maconha, estudada por ele durante trinta anos, tinha aplicações no tratamento de enxaqueca, insônia senil, depressões, estados epilépticos, cólicas e ataques de asma. Neste mesmo século, a medicina recomendava a droga para males que iam da gota à insanidade ou à impotência. Em 1860, a sociedade médica de Ohio, Estados Unidos, divulgou pesquisas indicando que a maconha era adequada no tratamento de tétano, dores reumáticas, asma, psicoses pós-parto, convulsões, gonorréia e bronquite crônica. O mesmo documento afirmava que a droga produz um sono mais natural, sem interferir com a ação dos órgãos internos, sendo dessa forma preferível aos compostos opiáceos então utilizados para se obter os mesmos efeitos.
Entre os anos de 1839 e 1900, centenas de artigos acadêmicos foram publicados tendo como tema as aplicações médicas da Cannabis sativa, que era ingrediente principal de diversos remédios fabricados por laboratórios como Parke-Davies, Squibb e Lilly, vendidos nos Estados Unidos sem qualquer restrição. A aplicação medicinal da maconha começou a diminuir nas primeiras décadas do século 20, quando a descoberta da morfina e dos barbituratos resultou no surgimento de drogas novas e mais potentes. A Cannabis Sativa foi banida da farmacologia a partir de 1942.
Hoje em dia alguns pesquisadores têm confirmado que a maconha pode ter uso potencial em casos de perda de apetite, anorexia nervosa, ataque cardíaco, enxaqueca, hipertensão, crises hepáticas e insônia. Para certos médicos, a droga parece ser relativamente segura, com potencial de toxidade e vício inferior ao da aspirina. A maconha não provoca tolerância no organismo e nem síndrome de abstinência quando seu uso é suspenso. Conclui-se também que a maconha funciona como agente antiemético, controlando as náuseas e vômitos que resultam do tratamento quimioterápico do câncer. No final da década de 70, cientistas norte-americanos estabeleceram que a droga pode reduzir significativamente as pressões intra-oculares associadas ao surgimento de glaucoma.
Diante de todas essas informações disponíveis sobre a maconha, alguns autores afirmam que a perseguição aos usuários da droga pode ser considerada uma espécie de "síndrome de bode expiatório", fenômeno descrito pelos antropólogos como a seleção, por uma determinada sociedade, de um grupo minoritário a ser punido pelos vícios de toda uma população, cuja culpa é dessa forma extirpada através do sacrifício de vítimas simbólicas. Todavia, a proibição da maconha não é uma prática generalizada. Em alguns países islâmicos, por exemplo, a erva tem o seu consumo permitido, já que o Alcorão não a proíbe, ao contrário do álcool, considerado fora da lei.
Alguns Estados norte-americanos, como Oregon, Maine, Nova York, Mississipi, Colorado e Califórnia, possuem leis que, de uma forma ou de outra, descriminalizam o porte e o consumo da maconha, livrando o usuário de uma possível prisão. A campanha pela descriminalização total da Cannabis nos Estados Unidos prossegue, contando com o apoio de entidades tão insuspeitas como a Associação dos Advogados Americanos, a Associação Americana de Saúde Pública, o Conselho Nacional de Igrejas, a Academia Americana de Pediatras e a Associação Nacional de Educação, entre outras.
No Brasil, o Conselho Federal de Entorpecentes, sob orientação do advogado Técio Lins e Silva, vem propondo, desde 1985, uma ampliação do debate para redefinir a atitude oficial sobre a criminalização da maconha.
Um usuário comum consome habitualmente uma média de cinco cigarros de maconha por dia.
Verdades:
Reprimir não reduz o consumo: Legalizado em 1976 na Holanda, o consumo cresceu de 3% para 12% em 1991. Nos Estados Unidos, a repressão aumentou e o consumo subiu muito mais. Chegou a 50% dos alunos do segundo grau;
Maconha pode causar câncer de pulmão: Alguns estudos sustentam que a maconha mais do que a nicotina pode iniciar alterações cancerígenas em células do pulmão; (dizem que contém substâncias cancerígenas, mais não provaram que causa câncer, esse texto é de 1998 se eu num me engano)
Não prejudica o feto: Não há nenhuma comprovação de que o consumo materno de maconha faça mal ao feto, segundo a OMS;
Não atrapalha a performance de desportistas: Atletas como jogadores de futebol que fumam até três cigarros de maconha por dia não apresentam nenhuma diferença de capacidade respiratória em relação aos que não fumam.
Mentiras:
Maconha vicia mais do que cigarro e álcool: 90% das pessoas que usam maconha na juventude param de fumar por volta dos 30 anos. Quem experimenta cigarro e álcool continua a consumi-los por muito tempo ou toda a vida;
Destrói a atenção, a memória e a capacidade de aprender: as pesquisas negam o clichê do maconheiro sonhador e distraído. Fumar ou não produz diferenças mínimas;
É mais fácil parar de beber do que parar de fumar maconha: a abstinência de cannabis pode gerar na pior das hipóteses insônia, ansiedade e sintomas semelhantes aos de um resfriado;
Não existe maconha de laboratório mais forte e viciante: Pacientes que procuram centros de desintoxicação permitem observar que isso está de fato acontecendo.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
PORQUE VOTAR NULO?
Se eu escolhesse este ou aquele político, talvez elegesse um ovo sadio para colocar na cesta de ovos podres. E todos sabem o que acontece...O problema não é que alguns políticos são podres. O problema é que a maioria está com costumes apodrecidos. Basta ver como votam e se protegem uns aos outros. Como conservam seus privilégios e suas impunidades até por crimes comuns. Por isso, voto nulo: quero dizer com meu voto que sou contra a podridão e não contra este ou aquele político podre.
Porque não quero votar em nulidades.
Os "representantes do povo" são apenas uma parte do governo. São os que deveriam fazer as leis em "nome do povo". Mas eles fazem em seu próprio nome e no interesse dos que deram o dinheiro para que se elegessem. E aceitam, passivamente, que o executivo legisle. O executivo deveria respeitar a vontade do povo, mas respeita mesmo é a lei do mais forte.
O judiciário, infelizmente, que seria a última barreira contra o arbítrio, julga por conveniência, pelo direito positivo apenas, seja legítimo ou não, justo ou não. Desconhece ou esqueceu os princípios da justiça, da eqüidade e da livre expressão das vontades nos contratos.
Em resumo: os cidadãos revestidos com cargos públicos se nulificam, perante a força dos poderosos. Então, por que votar em nulidades?
Porque se sou contra a pena de morte, não tenho que eleger o carrasco
Seria inconcebível que se alguém fosse contra a pena de morte participasse da eleição do carrasco, não é mesmo?
E já imaginou se o argumento fosse o de escolher um carrasco mais simpático...ou mais humano?
É quase a mesma coisa. Se você é contra a corrente que te ataram ao pescoço, não se trata de escolher quem vai segurá-la, mas encontrar uma forma de se livrar dela...e de todos os que querem atar correntes em teu pescoço e segurá-la.
Porque não estou contra este ou aquele político: ESTOU CONTRA O SISTEMA POLÍTICO
O Sistema Político que aí está é um perpetuador da corrupção, do nepotismo e da impunidade. Os partidos têm a reserva da representação e escolhem (e mal) as pessoas em quem você ou eu poderemos votar. E só podemos votar nos que eles já escolheram. Eleitos, quem os tira de lá? Só eles mesmos! Claro que a gente pode pressionar. Mas se eles não quiserem, nada feito. Lembra? A maioria absoluta dos brasileiros disse em praça pública que queria eleições diretas. Mas quem decidiu foram umas centenas de parlamentares. Corruptos, traficantes e até assassinos, réus confessos, se abrigam sob a impunidade parlamentar. É o Sistema Político que está podre, absorvendo e apodrecendo a Sociedade, servindo de modelo e apodrecendo tudo em que toca.
Votar Nulo resolve?
Não, mas já é um começo. É um recado claro de que já sabemos que não adianta só eleger. Que queremos fiscalizar, que queremos voto optativo, que queremos o fim da impunidade, que queremos poder tirar de lá quem nos enganou, que queremos votar as nossas leis, que queremos menos impostos, menos governo, que queremos partidos responsáveis, que queremos poder eleger candidatos independentes dos partidos, que queremos ser cidadãos e não súditos. O Voto Nulo é só um recado. É só um começo. Mas já é alguma coisa. É o começo de uma tomada de consciência.
VOTO NULO! VOTO ÚTIL!
Quero que meu voto seja útil. Não utilizado por este ou aquele candidato para "arrumar" sua vida e a vida de seus cupinchas. Útil para dizer que não concordo mais com tanta impunidade, tanta roubalheira e tanta podridão! Que também quero REFORMA POLÍTICA e JURÍDICA JÁ!





